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Exemplo ilustrativoEquipa ARMBlog

Gestão documental

Da guia assinada que chega numa fotografia ao documento arquivado no sítio certo e ligado ao transporte, sem ninguém o procurar em pastas e emails.

Pasta de documentos e telemóvel no banco do passageiro de um camião parado no pátio, imagem ilustrativa

Veja como fica na sua operação

Numa conversa de 30 minutos mostramos este fluxo com dados de demonstração. Sem compromisso.

Marcar conversa de 30 min

Este artigo é um exemplo ilustrativo: descreve um processo comum nas transportadoras, sem cliente nem operação real por trás. Os casos de cliente só se publicam com autorização escrita.

O ponto de partida

Os documentos de um transporte chegam por todo o lado: a guia assinada vem numa fotografia pelo WhatsApp, o CMR vem digitalizado por email, a fatura do fornecedor vem em papel. Cada um vai para uma pasta diferente, com um nome que só quem o guardou entende. Quando um cliente pede a prova de entrega de um transporte antigo, alguém perde a manhã à procura.

O que costuma estar partido

Os ficheiros são digitalizados sem critério e ficam com o nome que o digitalizador lhes deu. A última versão de um contrato está no email de alguém e, quando essa pessoa está de férias, o documento não existe. A faturação atrasa porque falta a guia assinada que, afinal, estava na pasta errada.

Como fica com o fluxo

Cada documento que entra é lido, mesmo que venha numa fotografia torta. Um agente percebe o que é, uma guia, um CMR, uma fatura, liga-o ao transporte certo e arquiva-o com o nome e a pasta que a sua empresa definiu. Quando o transporte fica com todos os documentos, fica pronto a faturar.

Procurar passa a ser escrever o que se procura: o cliente, a data, a matrícula. O documento aparece com o histórico de quem o enviou e quando.

Por onde se começa

Começa-se por um tipo de documento, normalmente a guia assinada, e por um canal, normalmente o WhatsApp dos motoristas. O nome e a pasta de arquivo definem-se com quem já faz esse trabalho. Depois entram os outros documentos, um a um, com as mesmas regras.

O que muda no dia a dia

  • Cada documento fica ligado ao transporte a que pertence, na pasta que a empresa definiu.
  • Procurar um documento passa a ser escrever o cliente, a data ou a matrícula.
  • A faturação deixa de esperar por uma guia que está no telemóvel de alguém.
  • Um pedido de informação ou uma auditoria respondem-se com o histórico completo à mão.

A sua equipa decide

O que fazer com um documento ilegível, duplicado ou que não bate certo com o transporte. O agente assinala; uma pessoa decide.

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Tem um processo parecido na sua operação?

Numa conversa de 30 minutos mostramos como fica, com dados de demonstração. Se não fizer sentido para a sua transportadora, ficamos por aí.