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Exemplo ilustrativoEquipa ARMBlog

Relatórios automáticos

Como os números da operação, por cliente, por viatura e por semana, saem sozinhos das exportações que já tem, sem os copiar para o Excel à segunda-feira.

Tratores e camiões de uma transportadora estacionados no parque num dia encoberto, imagem ilustrativa

Veja como fica na sua operação

Numa conversa de 30 minutos mostramos este fluxo com dados de demonstração. Sem compromisso.

Marcar conversa de 30 min

Este artigo é um exemplo ilustrativo: descreve um processo comum nas transportadoras, sem cliente nem operação real por trás. Os casos de cliente só se publicam com autorização escrita.

O ponto de partida

À segunda-feira de manhã, alguém puxa dados do TMS, do programa de faturação e dos cartões de combustível, cola tudo numa folha e manda o relatório da semana. Cada departamento faz a sua versão e os números nunca batem certo. A reunião começa a discutir qual é o número correto, em vez de decidir o que fazer com ele.

O que costuma estar partido

O relatório depende de uma pessoa, do seu Excel e da sua paciência. Se essa pessoa falta, não há relatório. Quando chega, já descreve a semana passada, e os custos de uma viatura ou a margem de um cliente só se descobrem no fecho do mês, tarde demais para corrigir.

Como fica com o fluxo

Os dados chegam todos os dias pelas exportações e pelos documentos que os sistemas que já tem produzem: os transportes do TMS, as faturas emitidas, o gasóleo e as portagens. Ficam num só sítio, com as mesmas definições para toda a empresa: o que é um transporte concluído, o que entra no custo de uma viatura, como se calcula a margem de um cliente.

Quem gere recebe um relatório fixo, à hora combinada, e um aviso quando algo sai do habitual: um cliente com a margem a cair, uma viatura com o custo a subir, um transporte sem faturar há demasiados dias.

Por onde se começa

Começa-se pelo relatório que hoje dá mais trabalho a fazer, normalmente o semanal da operação. As definições escrevem-se com quem o faz hoje, para os números saírem iguais aos que a equipa conhece. Só depois entram os avisos.

O que muda no dia a dia

  • O relatório sai sozinho, à hora combinada, com os mesmos números para toda a empresa.
  • A margem por cliente e o custo por viatura veem-se durante o mês, não só no fecho.
  • Um aviso chega quando algo sai do habitual, sem esperar pela reunião.
  • A reunião de segunda-feira pode começar pelo que fazer, não por qual é o número certo.

A sua equipa decide

Quais são os números que importam, como se definem e o que fazer quando um aviso chega. O relatório mostra; a decisão continua a ser sua.

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Tem um processo parecido na sua operação?

Numa conversa de 30 minutos mostramos como fica, com dados de demonstração. Se não fizer sentido para a sua transportadora, ficamos por aí.